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Volta às Aulas Aquece a Economia: Varejo de Natal Projeta Alta de 40% e Movimenta a Cadeia Produtiva

  • Foto do escritor: Matheus Zácaro
    Matheus Zácaro
  • 9 de jan.
  • 1 min de leitura

Otimismo dos lojistas para a temporada escolar de 2026 reflete diretamente na indústria, impulsionando os setores gráfico, têxtil e de plásticos.



O ano de 2026 começa com ventos favoráveis para a economia potiguar. Segundo reportagem da Tribuna do Norte, o comércio de Natal projeta um crescimento de até 40% nas vendas de material escolar em comparação ao ano passado. O otimismo é impulsionado pela estabilidade econômica e pela busca antecipada das famílias pelos itens da lista.


Para a ASPIRN, esse dado vai muito além das papelarias lotadas. Ele é um termômetro vital para a nossa indústria.


O Efeito na Indústria Potiguar O material escolar é um dos melhores exemplos de como o varejo e a indústria caminham juntos. Esse aquecimento de 40% gera demanda imediata em diversos setores do nosso Polo Industrial:


  1. Setor Têxtil e Confecções: A alta na procura por fardamentos escolares mantém as facções e indústrias de tecido operando em capacidade máxima neste início de ano.

  2. Gráfico e Celulose: Cadernos, agendas e livros didáticos demandam papel e impressão, aquecendo o setor gráfico local.

  3. Plásticos: De canetas a lancheiras, passando pelas embalagens, a indústria de transformação do plástico é fundamental para abastecer as prateleiras.


Planejamento é a Chave A reportagem destaca que muitos consumidores estão antecipando as compras para garantir melhores preços. Da mesma forma, a indústria que se planejou e manteve seus estoques regulados está agora colhendo os frutos, atendendo aos pedidos de reposição do varejo com agilidade.

Quando o comércio gira, a fábrica trabalha e o emprego se mantém. É o ciclo virtuoso da economia do RN em plena ação.



Fonte: Tribuna do Norte

 
 
 

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