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Petróleo e Gás: ABPIP Apresenta Agenda Estratégica 2026 e Cobra Modernização do Licenciamento Ambiental no RN

  • Foto do escritor: Matheus Zácaro
    Matheus Zácaro
  • 15 de jan.
  • 2 min de leitura

Em entrevista à TV Tropical, presidente Marcio Felix detalha plano para fortalecer produtores independentes. Revisão da lei estadual é prioridade para destravar novos investimentos.


O futuro da indústria de petróleo e gás no Rio Grande do Norte passa, obrigatoriamente, pela desburocratização. Nesta quarta-feira, o presidente da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP), Marcio Felix, detalhou no programa RN no Ar (TV Tropical) os pilares da Agenda Estratégica 2026 da entidade.


Para a ASPIRN, que acompanha de perto a cadeia produtiva, a mensagem foi clara: o estado tem potencial geológico, mas precisa de agilidade regulatória.

Os Pilares da Agenda 2026 Segundo Felix, o plano para este ano está alinhado às novas regulações da ANP e aos projetos de lei em trâmite no Congresso, focando em:


  1. Revisão do Licenciamento Ambiental Estadual: Este é o ponto crítico. A ABPIP defende que o RN modernize sua legislação ambiental, tornando o processo de licenciamento mais célere e previsível. O objetivo não é reduzir a fiscalização, mas eliminar "travas" administrativas que hoje atrasam o início da operação de poços e campos maduros.


  2. Fortalecimento dos Produtores Independentes: Com a saída da Petrobras de diversos campos terrestres (onshore), as operadoras independentes assumiram o protagonismo. A Agenda 2026 busca garantir segurança jurídica para que essas empresas continuem investindo na revitalização da produção.


  3. Desenvolvimento de Recursos Não Convencionais: O plano também prevê o avanço nos estudos e regulações para novas fronteiras exploratórias, garantindo que o RN se mantenha na vanguarda da energia no Brasil.


O Impacto na Indústria Potiguar A modernização defendida pela ABPIP impacta diretamente a cadeia de fornecedores da ASPIRN. Quando um campo de petróleo opera sem atrasos, ele demanda serviços de manutenção, transporte, alimentação e construção civil, girando a roda da economia local.


A ASPIRN apoia a iniciativa e reforça a necessidade de diálogo entre o setor produtivo e os órgãos ambientais (IDEMA e IBAMA) para que 2026 seja um ano de recordes na produção onshore.



Fonte: TV Tropical / ABPIP


 
 
 

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