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Sinal de Alerta na Logística: Carga Tributária do ICMS já Impacta em 23% o Custo do Diesel no RN

  • Foto do escritor: Matheus Zácaro
    Matheus Zácaro
  • 25 de fev.
  • 1 min de leitura

Levantamento aponta que o novo modelo de cobrança e os reajustes estaduais vigentes em 2026 pressionam o frete. ASPIRN vê com preocupação o "efeito cascata" na competitividade da indústria potiguar.



Enquanto a economia macro dá sinais de melhora com a queda do dólar e da inflação, um "vilão" conhecido volta a assombrar o caixa das indústrias: o custo do frete. Especialistas do setor de combustíveis alertam que o acumulado de aumentos na alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) já representa um impacto de 23% no preço final do Diesel nas bombas, desde a implementação das novas regras tributárias.

Para o Rio Grande do Norte, que depende majoritariamente do transporte rodoviário para escoar sua produção (frutas, têxtil, minérios), essa conta chega rápido e cara.



O Efeito Cascata na Indústria

O Diesel não é apenas um combustível; é um insumo básico de produção. Quando ele sobe, o efeito é imediato:

  1. Matéria-Prima mais cara: O frete para trazer insumos de outros estados sobe.

  2. Produto Final menos competitivo: Para entregar a mercadoria em grandes centros (Sudeste/Sul), a indústria potiguar perde margem de lucro ou precisa repassar o custo ao cliente.


O Posicionamento da ASPIRN

A competitividade do produto "Made in RN" está em jogo. A ASPIRN defende que o equilíbrio fiscal do Estado não pode ser feito às custas da inviabilidade do setor produtivo.


É urgente que o Governo do Estado e o setor produtivo dialoguem sobre mecanismos para amortecer esse impacto, sob o risco de frearmos o crescimento industrial projetado para 2026. Logística cara é sinônimo de indústria travada.



Fonte: Sindipostos / Análise de Mercado

 
 
 

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