Queda da Selic para 14,5%: O que a Retomada dos Cortes de Juros Significapara a Indústria no RN?
- Matheus Zácaro

- 4 de mai.
- 2 min de leitura
A economia brasileira recebeu um novo sinal do Comitê de Política Monetária
(Copom) nesta quarta-feira (29/04). Em sua última reunião, o colegiado decidiu
reduzir a taxa básica de juros, a Selic, para 14,5% ao ano. Embora a queda seja vista com cautela por parte do mercado, para o setor produtivo, ela representa um alívio no custo do crédito e um incentivo à retomada da produção.

O Impacto no Setor Produtivo
Para as indústrias que compõem a ASPIRN, presentes nos diversos polos
industriais do Rio Grande do Norte, a taxa Selic atua como um regulador direto da
capacidade de expansão.
Acesso ao Crédito: Com a redução, o financiamento para a modernização
de parques industriais e aquisição de novos equipamentos torna-se mais
viável para o empresário.
Investimento Estadual: De acordo com indicadores setoriais de 2026, a
intenção de investimento na indústria potiguar segue resiliente, com foco
em ganho de produtividade. A trajetória de queda da Selic favorece a
execução desses projetos que estavam aguardando condições financeiras
mais atrativas.
Infraestrutura e Competitividade
Apesar do cenário macroeconômico apresentar sinais de melhora, a ASPIRN
reforça que a competitividade da indústria norte-rio-grandense depende de um
conjunto de fatores.
Além do crédito acessível, a agilidade em obras estruturais como a manutenção da malha viária e a pavimentação de acessos marginais em áreas estratégicas é fundamental para garantir que o setor possa escoar sua produção com eficiência.
"A redução da Selic é um movimento importante, mas deve vir acompanhada de segurança jurídica e investimentos em infraestrutura. Nosso papel na ASPIRN é garantir que todos os polos do estado tenham voz e condições de aproveitar essa janela de crescimento,"
afirma a diretoria.
Perspectivas para 2026
Com a expectativa de que a inflação permaneça sob controle e novos cortes na
taxa de juros ocorram até o fim do ano, o cenário para o segundo semestre de
2026 torna-se mais otimista.
A ASPIRN segue atenta às movimentações econômicas, atuando na defesa dos
interesses dos polos industriais e oferecendo o suporte necessário para que aindústria do Rio Grande do Norte continue sendo o motor do desenvolvimento
regional. Acompanhe o blog da ASPIRN para mais análises sobre economia e os principais temas que impactam o seu negócio.



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