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O Novo "Ouro" do RN: Mineração de Terras Raras Atrai Capital Estrangeiro e Abre Fronteiras para a Indústria Potiguar

  • Foto do escritor: Matheus Zácaro
    Matheus Zácaro
  • 21 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Investidores dos EUA, China e Arábia Saudita miram o potencial geológico do estado. Novo Hub de Inovação (S.Mine) promete ser o diferencial para garantir segurança jurídica e atrair grandes projetos.



Enquanto o mundo corre atrás de materiais para fabricar de smartphones a carros elétricos, o Rio Grande do Norte desponta como uma nova fronteira estratégica. Uma reportagem de capa da Tribuna do Norte deste sábado (20/12) revelou que o setor de mineração do estado está em franca retomada, impulsionado agora não apenas pelo tradicional scheelita ou sal, mas pela indicação de jazidas de terras raras.



O Que Está em Jogo?

As "terras raras" são um grupo de 17 elementos químicos essenciais para a indústria de alta tecnologia. Sem eles, não existem ímãs potentes para turbinas eólicas, motores de carros elétricos ou sistemas de defesa. Segundo a reportagem, além das terras raras, o solo potiguar tem atraído atenção pela presença de lítio, tungstênio e tântalo — minerais críticos para a transição energética global.


Quem Está Olhando para o RN?

O interesse não é apenas especulativo. Já existem movimentações concretas de investidores sauditas, chineses e americanos monitorando o potencial do estado. A China hoje domina esse mercado globalmente, e os EUA buscam desesperadamente novas fontes de suprimento fora da Ásia, o que coloca o Brasil (e o RN) em uma posição privilegiada de negociação.


O Papel do S.Mine Hub

Um dos grandes gargalos para a mineração é o alto risco do investimento inicial na fase de pesquisa (prospecção). Para mitigar isso e atrair capital robusto, o RN aposta no S.Mine Hub, um centro de inovação focado no setor mineral. O objetivo do Hub é oferecer a segurança técnica e jurídica que o investidor estrangeiro exige, conectando o potencial geológico do nosso interior com o capital global que busca retorno a médio e longo prazo.


Oportunidade para o Associado ASPIRN Para a indústria local, a chegada dessas mineradoras significa a abertura de uma vasta cadeia de suprimentos. Não se trata apenas de extrair minério, mas de demandar:

  • Logística e Transportes;

  • Construção Civil Pesada;

  • Manutenção Industrial;

  • Serviços de Tecnologia e Geologia.


A ASPIRN acompanha de perto essas movimentações para garantir que a indústria potiguar seja a principal parceira comercial desses novos projetos.


Fonte: Tribuna do Norte / S.Mine Hub

 
 
 

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