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Balança Comercial do RN Salta de US$ 100 mi para US$ 649 mi em Uma Década

  • Foto do escritor: Matheus Zácaro
    Matheus Zácaro
  • 12 de fev.
  • 2 min de leitura

Estudo do Sebrae-RN revela crescimento de 6,5 vezes no saldo de exportações. Fruticultura lidera, mas diversificação da pauta industrial e energética abre novas fronteiras para o estado.



O Rio Grande do Norte não é apenas um estado consumidor; é um estado que produz e vende para o mundo. Dados revelados nesta semana por um estudo inédito do Sebrae-RN mostram uma evolução histórica na nossa economia: em dez anos, o saldo da nossa balança comercial saltou de modestos US$ 100 milhões para impressionantes US$ 649 milhões.


Esse crescimento de 6,5 vezes (ou 650%) prova que o produto potiguar — seja ele vindo do campo ou da fábrica tem competitividade internacional.



O Que Explica o Salto?

O "carro-chefe" continua sendo a Fruticultura Irrigada (melão, melancia e manga), que consolidou o RN como o maior exportador de frutas do Brasil. No entanto, para a ASPIRN, é crucial analisar o que existe em volta da fruta.

Para exportar esse volume, desenvolveu-se no estado uma poderosa cadeia industrial de suporte:

  1. Indústria de Embalagens: Caixas de papelão e plásticos de alta tecnologia para conservar o produto em viagens longas.

  2. Logística e Frio: Armazenamento e transporte refrigerado.

  3. Beneficiamento: Processos industriais que agregam valor ao produto bruto.



O Desafio da Diversificação

O estudo aponta que, para mantermos esse ritmo de crescimento na próxima década, o caminho é a diversificação. Além das frutas e dos minérios, o RN começa a olhar para a exportação de serviços e energia. A indústria têxtil e de confecções, tradicional no nosso estado, também tem papel vital na manutenção desses números, enviando moda potiguar para mercados exigentes.


A Visão da ASPIRN

Para o associado industrial, o recado é claro: o mercado externo não é um "bicho de sete cabeças". Com o dólar em patamar favorável (acima de R$ 5,00) e a qualificação dos nossos produtos, exportar é o caminho para blindar a empresa das oscilações do mercado interno.

O RN provou que sabe vender. Agora, precisamos vender produtos com cada vez mais valor agregado.



Fonte: Sebrae-RN

 
 
 

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